Quando vc achou que tinha conhecido o sofrer...vem a vida e.....lhe prega a maior peça.. Perdeu....perdeu playboy
Essa é a essencia do caminho, dos sonhos, dos tombos e, mais do que nunca, dos voos.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Quase um mês depois.....
Depois da última ceia, com ou sem vc, em um restaurante sozinho, rabisco um guardanapo essas linhas que sao o epílogo de uma epópeia utópica:
A dor,
ardor
Ah, dor.
amor
Rasga o peito
com a velocidade
da ampulheta
que esvai a areia
o tempo, enfim, nao para
e nao passa de um grão
Na eternidade
bondade
Ah, verdade
Procuro entender as mares
as mulheres
a ilógica lógica dos deuses
pautada em inatingiveis mensagens
Amor
a dor
a verdade
bondade
tempo
eternidade
Nao passam de um grao de areia
que derrepente vira tudo
como a ampulheta
não ha mais como medir
sentir
partir
o tempo se esvai
nao mais no instrumento de areia
mas na fragmentada
existência do escriba
que sonhava domar
as serias,
as feras
os encantos
as mares
o tempo
os segredos mágicos
de um universo infinito
sem sentido,
início ou fim,
e talvez sequer sem meio.
Relego
relogio
instante
segredo
rasga o tempo
as areias, o peito
a saudade verdade
deixar lembranças
bondades,
que o tempo jateia na alma
não será a fagulha do instante
te vejo,
no reflexo da minha alma
agradeço
e te desejo, sem cerimonias,
rituais ou mantras,
a plena felicidade
a alegria e o sorriso
de verdade
em júbilo da alma
bondade
O tempo que foi, seja e será
a minha amarga sentença
de esperar a eternidade
sem poder controlar a dor
do amor, outrora foi alegria
e agora é partir
sem dor,
ardor,
ah, dor.
do tempo que nao volta,
da despedida
de um caminho sem sentido,
como as furias divinas
as variações das mares
e as mulheres..
Procuro um calice para sorver,
e nao mais sofrer.
Mas como isso é impossivel
creio que viver é preciso...
mesmo sem saber navegar
nos celestias oceanos do insano desejo
do querer....
Depois da última ceia, com ou sem vc, em um restaurante sozinho, rabisco um guardanapo essas linhas que sao o epílogo de uma epópeia utópica:
A dor,
ardor
Ah, dor.
amor
Rasga o peito
com a velocidade
da ampulheta
que esvai a areia
o tempo, enfim, nao para
e nao passa de um grão
Na eternidade
bondade
Ah, verdade
Procuro entender as mares
as mulheres
a ilógica lógica dos deuses
pautada em inatingiveis mensagens
Amor
a dor
a verdade
bondade
tempo
eternidade
Nao passam de um grao de areia
que derrepente vira tudo
como a ampulheta
não ha mais como medir
sentir
partir
o tempo se esvai
nao mais no instrumento de areia
mas na fragmentada
existência do escriba
que sonhava domar
as serias,
as feras
os encantos
as mares
o tempo
os segredos mágicos
de um universo infinito
sem sentido,
início ou fim,
e talvez sequer sem meio.
Relego
relogio
instante
segredo
rasga o tempo
as areias, o peito
a saudade verdade
deixar lembranças
bondades,
que o tempo jateia na alma
não será a fagulha do instante
te vejo,
no reflexo da minha alma
agradeço
e te desejo, sem cerimonias,
rituais ou mantras,
a plena felicidade
a alegria e o sorriso
de verdade
em júbilo da alma
bondade
O tempo que foi, seja e será
a minha amarga sentença
de esperar a eternidade
sem poder controlar a dor
do amor, outrora foi alegria
e agora é partir
sem dor,
ardor,
ah, dor.
do tempo que nao volta,
da despedida
de um caminho sem sentido,
como as furias divinas
as variações das mares
e as mulheres..
Procuro um calice para sorver,
e nao mais sofrer.
Mas como isso é impossivel
creio que viver é preciso...
mesmo sem saber navegar
nos celestias oceanos do insano desejo
do querer....
Assinar:
Postagens (Atom)