quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Um lugar qualquer

Nossa, amanheço em um quarto de hotel, tão só como vim ao mundo,  na beira da Via Dutra. Sol quente, cabeça mais quente ainda. Procuro por um café e nada. Gostaria de sentir o cheiro do po, em contato com a agua, que invade o ambiente de forma lenta e ritimada, produzindo as mais variadas sensaçoes olfativas. Como é importante sentir o cheiro, do mato molhado, da terra seca, da agua doce, do biscoito fresco e do café quente. Vou em busca de um lugar qualquer para desligar o meu ser. Descobri, antes tarde do que nunca, que preciso da solidão, para enteder tudo o que aconteceu e acontece. Inexplicável! Agora quando escrevo essas linhas, o termometro indica quase 13 graus. Madrugada super fria, acabo de receber uma noticia muito ruim, uma sentença na internet, das piores que já recebi. Vamlos recorrer e tentar mudar e vamos obter essa vitória.

Sinto o peso do olhar, um vazio imenso, ouço passaros e entendo que devo descansar. Tenho saudades, de tantas coisas, das pessoas, das grandes obras e das pequenas coisas, dos sonhos e...quantas coisas...

O tempo passa,
a vida passa,
o vento passa
e por  fim, a usa passa.....

passa a uva, o vento e a vida,

passatempo

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